Novas séries, novos projetos e como organizo a divisão do meu trabalho
Se você acompanha minhas newsletters, já deve ter notado que meu trabalho circula por diferentes territórios da fotografia — uma fala sobre arquitetura e interiores, outra sobre fotografia fine art, e a mais recente (que na teoria seria para substituir o Instagram, mas na prática virou um espaço mais livre) onde compartilho meus processos e projetos documentais.
Ou mesmo conversando com novos clientes, percebo que alguns ainda não conhecem meu trabalho autoral, enquanto outros não sabem que também fotografo arquitetura e interiores.
Então, aproveitei este espaço para reunir tudo em um só lugar — uma espécie de mapa do que venho produzindo, entre o comercial, o autoral e o documental. No fundo, todas essas frentes nascem de um mesmo interesse: observar o espaço e a relação entre tempo, luz e presença.

No campo comercial, realizo projetos de fotografia voltados para arquitetura, interiores e produtos. Mais recentemente, tenho apresentado também projetos em vídeo e imagens aéreas (drone), voltados especialmente para arquitetura e interiores. São trabalhos desenvolvidos em parceria com escritórios, marcas e construtoras, sempre com atenção à atmosfera e à fidelidade visual dos espaços.
Paralelamente, mantenho uma produção autoral, explorando a fotografia como linguagem poética. Nas séries de longa exposição, a passagem do tempo se torna matéria visível — como em Litorâneas e Analógicas, onde o mar e a luz se dissolvem em camadas sutis; em Unseen World, onde a técnica revela paisagens invisíveis ao olhar; e em Nova York e Rio de Janeiro, que transporta o ritmo urbano para uma dimensão silenciosa e etérea.
Nas séries abstratas, exploro a cor, o movimento e a forma como elementos poéticos: Janela ao Infinito, Penumbra e Fragmentos de Luz refletem esse diálogo entre o real e o sensível — imagens que nascem da observação.


A vertente documental reúne projetos de pesquisa e observação: o Plattdeutsch, que retrata comunidades do sul do Brasil que ainda preservam o dialeto e seus modos de vida; Toda Manhã de Domingo, que explora memórias e percursos de infância na minha cidade natal; e a Travel Series, que busca o encontro entre paisagem e experiência, durante minhas viagens pela América do Sul. Mais recentemente, o Projeto Eixo – São Paulo (eu sei, um péssimo nome por enquanto) explora as relações entre pessoas, território e paisagem urbana.

Entre o trabalho encomendado e o autoral, há um mesmo fio condutor: o interesse pela construção do olhar — pelo modo como a fotografia revela, interpreta e transforma o mundo ao redor.
Para conhecer mais sobre cada projeto autoral, visite meu site:
www.gruetzmacher.com.br
ou explore meus trabalhos para arquitetos e designers em:
www.gruetzmacherstudio.com
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