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  • Novas Séries Abstratas

    Desde 2020, venho desenvolvendo séries e trabalhos abstratos. Tudo começou durante a pandemia com a série Janela ao Infinito I, inspirada nas obras de James Turrell e Yves Klein, enquanto observava o céu azul por entre as frestas dos prédios. Logo em seguida, surgiu Janela ao Infinito II, um desdobramento quase instintivo das fotografias que eu estava produzindo na época, com uma abordagem mais livre e dinâmica.

    Depois de um tempo estudando e aprofundando minha pesquisa nos trabalhos e obras de Richard Serra, Franz Kline, Jackson Pollock, entre outros, em 2023 esta jornada me levou a observar as belezas e nuances entre a luz e a escuridão, culminando nos primeiros resultados da série Penumbra I. Enquanto produzia novas fotografias para as séries, outro desdobramento começou a surgir e se repetir enquanto editava as fotografias e tendo como inspiração algumas obras do Clyfford Still e do Joan Miró, em especial “O Nascimento do Mundo” de 1925. Realizei alguns experimentos na edição das fotografias, ajustando e fechando meus enquadramentos e cheguei nas primeiras obras da série Penumbra II.

    Obras de Joan Miró e Clyfford Still

    Enquanto finalizo as fotografias que produzi nos últimos meses, também estou desenvolvendo duas novas séries abstratas. A primeira já conta com algumas obras concluídas e parte da observação das luzes do céu, e a ressignificação através do espectro das cores (veja a foto abaixo). A segunda série ainda está em fase de pesquisa e tem uma grande inspiração nos artístas e fotógrafos surrealistas. Como essa série será inteiramente produzida de forma analógica, estou realizando os primeiros testes com o processo. Em breve, compartilharei mais detalhes sobre a criação dessas novas obras.

  • Longa Exposição para iludir o tempo

    No último mês de maio a revista Fotografe Melhor publicou uma matéria sobre meu trabalho autoral, falando desde a pesquisa, o mercado Fine Art e detalhes técnicos na produção das fotografias.

  • Revista Vida Simples – No tempo do mar

    No mês de dezembro saiu uma matéria sobre a série Litorâneas, na revista Vida Simples, abordando o conceito de reduzir nosso ritmo, o qual faz parte da ideia de produzir as longas exposições.

    “São produzidas e compartilhadas milhões de fotografias todos os dias, e colocar a câmera sobre o tripé, com o obturador aberto por alguns minutos, é uma maneira de também levar o espectador a apreciar de forma mais lenta as fotografias.”

  • Plattdeutsch

    Plattdeutsch é o novo projeto no qual estou trabalhando nos últimos meses e surgiu da vontade de fotografar minha cidade natal. Após meses de pesquisas sobre qual maneira iria abordar e fotografar, (sem cair no mesmo clichê) voltei as lentes e pesquisa para as pessoas que ainda falam o plattdeutsch ou baixo-alemão.

  • História da Fotografia Autoral e a Pintura Moderna – Claudio Edinger

    No último dia 23, foi o lançamento do livro “História da Fotografia Autoral e a Pintura Moderna” do amigo e mestre da fotografia Claudio Edinger. Com mais de 360 páginas, o livro reúne pinturas e  fotografias abrangendo o período desde meados do século XVIII até a produção fotográfica atual. Como todo fotógrafo que tem um trabalho autoral, a publicação de um livro é um dos maiores desejos da carreira, porém fazer parte de um projeto dessa magnitude e ao lado de grandes artistas e fotógrafos supera qualquer expectativa.

    Itaguaçu V, Florianópolis, 2011 – Série Litorâneas

     

  • Cadeira Bossa – Processo

    Em junho de 2017 fui convidado pela equipe de marketing da Sollos e Jader Almeida para produzir um ensaio da cadeira Bossa, que na ocasião completava 10 anos de lançamento. De imediato quis fotografar a cadeira utilizando longas exposições, e comecei a fazer esboços de algumas fotografias, e após a troca de e-mail e ligações, decidimos fazer a produção das fotografias em Florianópolis, por já conhecer algumas praias que poderiam servir de locação.

    Assim no início de julho parti para Florianópolis, onde tivemos 2 dias para fotografar a cadeira. No primeiro dia com o templo nublado fomos para uma praia deserta, onde havia apenas algumas gaivotas. Lá pude fazer uma fotografia bem minimalista dando destaque para a cadeira. Já no segundo dia optamos por seguir ao sul da ilha e usar algumas formações rochosas como base das fotos. Com o dia claro e sem nuvens, esperamos até o final do dia para que a luz baixasse e assim ter uma luz suave em toda a foto.

    Abaixo seguem algumas das fotos produzidas para o ensaio.

  • This isn’t a yellow submarine

    Desde que me mudei para São Paulo sempre fiz muita coisa à pé, ir ao supermercado, visitar amigos e às vezes até um trabalho ou outro. E além disso criei o hábito de correr de 2 à 3 vezes por semana. Com todo esse vai e vem pelas ruas de São Paulo, acabo observando muito da arquitetura dos prédios, muros com seus grafites, e também dos carros que passam por mim e principalmente dos que estão estacionados pelas ruas. Inspirado pela música Yellow Submarine dos The Beatles, comecei a fotografar praticamente todo veículo de cor amarela. A grande maioria são carros, furgões, mas aos poucos vou encontrando outros veículos que não são submarinos amarelos.

    Para ver outras fotos desta série, acesse o Instagram: This isn’t a yellow submarine

  • Fechando a tiragem – Cacupé II

     

    Não é todo dia que fechamos a tiragem de determinado tamanho. Porém a fotografia “Cacupé II” continua disponível nos tamanhos 30x30cm, 80x80cm e 120x120cm.

     

  • SP-Arte/Foto 2018

    Praia de Boiçucanga I, São Sebastião, 2014

    Esta é minha 6ª participação da SP-Arte/Foto, e após alguns anos apresentando apenas longas exposições em preto e branco, este ano volto com duas fotos coloridas produzidas no litoral norte de São Paulo.

    SP-Arte/Foto 2018  –  Stand A11 Arte 57  –  de 22 à 26 de agosto no JK Iguatemi

  • Porcelana Schmidt

    Fábrica da Porcelana Schmidt – Pomerode, Abril/2018